Valéria Oliveira 2019-03-14T18:15:48+00:00

Valéria Oliveira

Valéria Oliveira

Valéria Oliveira é natural de Natal, Rio Grande do Norte. Sua infância foi vivida no bairro das Rocas, região portuária da cidade, reduto do samba potiguar. Cresceu ouvindo cantores populares como Luiz Gonzaga, Elino Julião, Clara Nunes e Alcione. Na adolescência, foi fisgadapela MPB, pela arte de Elis Regina, João Bosco, Edu Lobo, Chico Buarque, Gilberto Gil, CaetanoVeloso, Maria Bethânia, Gal Costa e ainda pela bossa-nova de Vinícius de Moraes, Toquinho, João Gilberto e Nara Leão.

A partir do seu primeiro show, em 1991, tem sido presença constante em projetos culturais da cidade do Natal. Nesse mesmo ano, formou-se em Engenharia Civil e atuou na área até 2001, quando decidiu se dedicar exclusivamente à música.

Possui nove discos de carreira, quatro deles produzidos pelo baterista japonês Kazuo Yoshida, com participações de artistas como Edu Lobo e Filó Machado. Seu penúltimo CD “em águas claras” (Tratore), um projeto especial em homenagem à Clara Nunes, foi lançado em 2013, com produção de Rildo Hora e participação da Velha Guarda da Portela. O CD “Mirá”, seu trabalho atual, é uma produção musical compartilhada de Valéria com o maestro Rildo Hora, com participação de Moacyr Luz e distribuição da Biscoito Fino.

Valéria divulgou seus CDs de carreira em temporadas no Japão, onde se apresentou em várias cidades e na lendária Blue Note Fukuoka e Osaka. Nos Estados Unidos, participou do Festival SXSW em Austin (Texas). Em New Orleans (Louisiana), dividiu o palco do Snug Harbor com a norte-americana Trícia Boutté e participou de jam session no Presevation Hall. Realizou várias turnês pela Europa, participando de festivais como Montreux Jazz e Rencontre Folklorique Fribourg, ambos na Suiça, projetos como Rua das Pretas e Viva o Samba em Lisboa (Portugal), além de ter soltado a voz em espaços culturais de Viena (Áustria) e Giovinazzo (Itália).

No Brasil, Valéria Oliveira levou shows como “No Ar” e “em águas claras” para o Rio de Janeiro, com participações especiais de Ademilde Fonseca, Pedro Amorim, Dona Ivone Lara e Rildo Hora (Teatro Rival, Lapinha, Miranda). Ainda na capital carioca, fez participações em shows da Velha Guarda da Portela e em rodas de samba da cantora Dorina e da Tia Surica. Em São Paulo, se apresentou no Sesc Pinheiros, no Auditório Ibirapuera, este com a participação de Ná Ozzetti, no Tom Jazz e no Crowne Plaza. Em Brasília, apresentou o show “em águas claras” no Clube do Choro cantando Clara Nunes. Em João Pessoa, levou para o Auditório da ENERGISA os shows “em águas claras” e “Mirá”.

Em Natal, Valéria recebeu em seus shows diversos convidados ilustres como a Velha Guarda da Portela, Dona Ivone Lara, Leila Pinheiro, Joyce e Daúde, além das norte-americanas Tricia Boutté e Aurora Nealand no Projeto MPB Jazz de sua curadoria. Em 2015, foi convidada de Leila Pinheiro em seu show no Teatro Riachuelo.

Foi também no Teatro Riachuelo que Valéria Oliveira lançou o Projeto Música No Ar, com o show “No Ar” (2011), o CD “em aguas claras” (2013) e seu mais recente trabalho “Mirá”, em circulação desde o lançamento do CD (2017), com sucesso de público e ótima repercussão. O show “Mirá” foi apresentado em João Pessoa (PB), Natal, Mossoró, Caicó e Parnamirim (RN). Em 2018, Valéria o apresentou na Europa (Portugal, Suíça, Áustria e Itália).

Valéria Oliveira participa ativamente do movimento do samba potiguar e desde 2014 realiza o “Cores do Nosso Samba”, projeto voltado para a difusão do samba de raiz em formato de roda de samba. O “Cores do Nosso Samba” contribui com a divulgação dos trabalhos de cantores e compositores de samba de Natal e promove interações com artistas atuantes no Rio de Janeiro. Cerca de quarenta convidados já participaram do projeto desde o seu lançamento.

Nelson Motta – Crítico musical

“Com o crescimento da música brasileira no mundo, são frequentes os casos de artistas que são desconhecidos no Brasil, mas fazem boas carreiras no exterior. É o caso da ótima Valéria Oliveira, de Natal.”

Marize Castro – Jornalista e poeta

“A metáfora de uma árvore provendo a terra de melhores frutos a cada safra é perfeita para a carreira da artista Valéria Oliveira. Ressalto a palavra artista, pois há algum tempo Valéria não é mais só uma cantora, é uma artista atenta a tudo para dar o seu melhor ao mundo. Seu canto está, definitivamente, mais sutil e poderoso.”

Tácito Costa – Substantivo Plural – Sobre o show “Mirá”

No palco ou fora dele, Valéria transborda carisma, simpatia e humildade. Cada vez mais segura e dona do seu ofício. Um exemplo a ser lembrado e incentivado. É como se tudo que ela toque – num sentido que transcende a música – vire ouro. A produção de Monica Mac Dowell e a direção artística de João Marcelino, impecáveis, não ficaram a dever em nada às que recebemos todas as semanas na cidade. Estavam lá nossos melhores músicos, sob a direção competente de Jubileu Filho. O luxuoso combo incluiu tradução das composições em libra, por A Kelvin, um espetáculo à parte. Com um lindo vestido branco (ela entrou no palco com uma ‘capa’ cor de vinho, que depois deixou cair), com detalhe de rosas, descalça, ao estilo Bethânea, a cantora fez um show vibrante, com muito amor e emoção envolvidos, que incluiu músicas de “Mirá” e de “Águas Claras”. Encerrou, no bis, com “Meu Cofrinho de Amor”, acompanhada pela plateia, homenagem merecida e emocionante ao grande Elino Julião.

Luiz Fernando Vianna – Jornalista e crítico musical

“Em seu sexto disco solo (‘Leve só as pedras’), a potiguar Valéria Oliveira toma coragem para gravar um repertório majoritariamente seu, deixando clássicos da música popular e canções ditas regionais de lado. O resultado é satisfatório, com boas faixas como ‘Pensando em ti’, ‘A nova – pelo tempo que você quiser’, ‘O sonho pede socorro’ e ‘Dores pequenas’. Samba e pop são temperados com discrição.”

Shows em pauta – faça o download dos releases:
Sacrário
Tributo a Luiz Melodia
Mirá

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